Transformação digital Humanizada constrói empresas mais rentáveis

Este artigo foi publicado no dia 08/09/2020 na minha coluna no R7 e inova360

 

Ao cumprir 50 anos do artigo de Milton Friedman, fica claro que o que nos trouxe até aqui não é o que vai nos levar daqui em adiante

O que diria Friedman se levantasse a cabeça?

Este mês comemoramos o jubileu de ouro do artigo publicado no New York Times por Milton Friedman.

Mas quem foi Milton Friedman?

Um economista brilhante, prêmio Nobel de economia em 1976, assessor de três presidentes americanos, neoliberalista e defensor da economia de mercado.

Suas teorias tiveram uma enorme participação no desenvolvimento do capitalismo e da economia mundial.

Segundo Friedman, a empresa pertence a seus acionistas e, portanto, sua única função é gerar lucro para eles, respeitando a lei.

Em famoso artigo, este, ele disse:

“There is one and only one social responsibility of business—to use its resources and engage in activities designed to increase its profits.”

uma e apenas uma responsabilidade social das empresas – usar seus recursos e se envolver em atividades destinadas a aumentar seus lucros.”

Isso significa que Friedman era insensível e cruel, que só se preocupava com o dinheiro?

Eu suponho, e espero, que não.

Ele simplesmente baseou sua teoria em um raciocínio lógico.

Se a empresa tem lucro, a empresa cresce de maneira saudável.

Se a empresa ganha mais dinheiro e cresce, empresa gera mais emprego.

Se empresa gera mais emprego, paga salário e gera bem-estar econômico para as pessoas.

Se empresa cresce, gera mais emprego e vende mais, empresa recolhe mais impostos.

Se o estado arrecada mais impostos e cumpre sua função de servir, oferece maior bem-estar social para as pessoas.

De todas formas, o estado deve ter o menor papel possível, o mercado regula e a economia e a sociedade, e viveremos felizes para sempre.

A teoria é muito boa, de uma lógica esmagadora e funcionou durante um tempo.

Empresas cresceram, o emprego aumentou, as pessoas ganharam dinheiro e a qualidade de vida da humanidade subiu vários pontos em relação ao século passado.

Tudo parecia ir bem, até que algumas variáveis não consideradas nesta equação começaram a ter mais peso que o próprio objetivo do modelo.

O entorno também mudou e a tecnologia jogou por terra uma das principais premissas da teoria de Friedman.

Empresa que cresce e ganha dinheiro gera emprego…

Esta premissa já não é verdadeira, ao menos não na mesma proporção que antes.

Com tecnologia, é possível escalar, ser global, ser unicórnio, com dezenas ou no máximo centenas de colaboradores.

Outro aspecto que não se considerava neste modelo, eram fatores inerentes ao ser humano, que afloram e se tornam ainda mais predominantes em situações de alta pressão, como a ética, o ego, a ganância, a hipocrisia, entre outros.

Quando se começou a falar em otimização de processos, a gestão ainda estava gatinhando, havia muita margem de manobra, portanto tudo era feito em benefício do negócio e com a boa fé.

Não obstante, ao avançar e a administração ganhar tantas ferramentas e se transformar quase em uma ciência, o espaço para otimização diminuiu e começaram e repetir-se os ciclos: Fazer mais com menos… ano após ano.

Este modelo, já esgotado, aumentou a pressão e a imensa maioria das pessoas não costumam reagir bem sob pressão e para manter o alto padrão conseguido nos tempos de bonança, começaram a buscar os resultados a qualquer custo.

Neste caso, o escudo dos executivos é dizer que suas empresas têm forte governança e agem dentro da lei. Diga-se de passagem, em alguns casos, os negócios cumprem as leis que são feitas a medida para seus negócios.

GOVERNANÇA NÃO GARANTE ÉTICA

 

A ética, por ignorância ou por falta de carácter, é frequentemente confundida com governança e compliance. A governança é muito importante e necessária nas empresas, mas não é suficiente.

O ego, poder, ganância e o egoísmo fizeram com que as empresas cruzassem uma linha muito perigosa.

E todo os deslizes e excessos cometidos pelas empresas, a maioria de forma inconsciente, estão voltando com juros e correção monetária à própria empresa.

O excesso de pressão e de otimização, colocou o Brasil como líder mundial de pessoas com transtorno de ansiedade e o país com maior número de pessoas com depressão da América Latina.

A depressão o transtorno de ansiedade são a segunda maior causa de licença e absenteísmo laboral.

Este é somente um exemplo, mas há muitos mais.

Tem o outro lado da moeda, empresas que entenderam que não vale tudo para ganhar dinheiro, e ganham mais dinheiro ainda sendo consciente e humanizado. Também tem, cada vez mais, empresas que querem ser mais humanizadas e não sabem como.

Como há muita informação a ser explorada neste aspecto decidi escrever um e-book com a Humanizadas, empresa que realiza uma pesquisa em mais de um milhar de empresas brasileiras, onde vamos mostrar o impacto positivo da humanização nos resultados e uma metodologia que aplica tecnologia para humanizar sua empresa.

Este e-book mostrará que é possível criar riqueza sem gerar miséria.

O que diria Friedman se levantasse a cabeça?

 

Imagem: Freepik

Transformando com consciência corporativa

Este artigo foi publicado no dia 20/07/2020 na minha coluna no R7 e inova360

 

É possível transformar uma atividade ou toda uma indústria com consciência?

Qual o limite da responsabilidade social e meio ambiental de uma empresa?

Se pensarmos que está nas certificações (ISO, GPTW, Six Sigma, etc.) e guias de boas práticas (governança, responsabilidade social corporativa), estamos perdidos.

Se deixarmos em mãos da lei, piorou.

Não quero criticar as certificações ou a governança, elas são extremamente importantes e necessárias para um negócio, recomendo e incentivo a todos meus clientes a ter forte governança e compliance, porém, elas não têm nada que ver com consciência corporativa.

Boas práticas e conscientização, são conceitos necessários e complementares, porém, muito diferentes.

Vou tentar mostrar a diferença entre uma empresa correta de uma empresa consciente.

Imaginem uma empresa que vende material escolar licenciado.

Por exemplo, borrachas de apagar de personagens de desenhos animados ou super-heróis.

Este tipo de produto é extremamente atrativo para as crianças e rentáveis para a empresa.

Porém, essa empresa passa por um processo de conscientização e humanização, e decide revisar seu portfólio.

Buscando realmente ser coerente com sua nova visão, conversa com as escolas, e pergunta, o que a nossa empresa ajuda ou prejudica na educação das crianças?

A empresa recebe o feedback de que seus produtos licenciados viram brinquedo e sonho de consumo para as crianças.

O primeiro, impacta a parte pedagógica, criança deve brincar com brinquedos, o material escolar deve servir de apoio para aprender.

O segundo, é o bullying, produtos licenciados são mais caros e nem toda criança tem acesso.

Eu, como pai, acrescento outros pontos, que provavelmente também tenham sidos avaliados pela empresa.

Quantas vezes vemos crianças, “perdendo” propositalmente ou destruindo uma borracha para que os pais comprem o novo modelo?

Qual o impacto que terá na formação das novas gerações forjar um comportamento consumista tão cedo?

Qual o impacto no meio-ambiente por acelerar a extração da borracha para atender o aumento da demanda artificial, devido ao sucesso da campanha de marketing?

A empresa fazia, obviamente, o contrato de licenciamento dentro da lei, produzia a borracha seguindo todas as boas práticas do mercado, respeitando a legislação meio ambiental e tendo todos os selos de garantia de qualidade do mercado.

Porém, decidir se querem seguir ganhando dinheiro impactando negativamente às crianças, não é uma questão de certificações ou de boas práticas, é de conscientização.

Abrir mão de faturamento e alta rentabilidade para construir um mundo melhor, é um preço alto, que muitas vezes os executivos, empurram para o próximo.

E enquanto decidem onde vão viajar este ano com seu bônus, se convencem de que som bons e fazem o correto construindo um mundo hipócrita. Os pensamentos de autoconvencimento neste caso poderiam ser:  “se eu não vender a borracha de princesa, outros vão vender”, “se eu abrir mão deste negócio terei que despedir  pessoas e eu gero emprego, não os destruo” ou ainda “eu ganhando dinheiro com isso, dedico uma parte da margem à nossos projetos sociais, já somos uma empresa consciente”.

Pois é, este caso é real, a Mercur, empresa brasileira, que segundo Jorge Hoelzel, CEO da empresa, demorou 3 anos para decidir-se e preparar-se, e ao final preferiram perder 10% do faturamento em um produto de alta rentabilidade, porém, ser fiel a seu propósito, de construir “o mundo de um jeito bom pra todo mundo”.

Portanto, temos que trabalhar para aumentar a conscientização das empresas, ampliar seu campo de visão e atuação para construírem um mundo melhor.

O ideal é que este movimento fosse genuíno, realmente porque a empresa considera que é certo a fazer.

Mas se não for assim, recomendo fortemente que as empresas elevem seu grau de conscientização e humanização, mesmo sem acreditar que devem fazê-lo.

Por quê?

Com os millennials surgiu uma mentalidade mais consciente, preocupados com impacto social e meioambiental corporativo.

Os centennials estavam consolidando esta mentalidade e transformando em hábito de consumo, até que chegou à pandemia do COVID-19, que está acelerando e multiplicando por N a conscientização e humanização das pessoas.

Ao longo da história da humanidade, após todas as pandemias, houve um aumento de conscientização e de humanização.

Os eventos de forte impacto emocional nos levam à reflexão e volta aos valores básicos.

Por isso, as empresas precisarão humanizar-se e as que já o são, ampliar seu campo de humanização, para estar alinhado com seus clientes.

Esta semana, quarta-feira 22/07, no quadro Visão Tecno-Humanista do programa Inova360, exibido pela Record News às 8:00hs, estaremos com o Rafael Ugo, diretor de marketing e inteligência de mercado da Volvo Cars para a América Latina, e vamos falar de como a responsabilidade de uma empresa que se propõe a transformar sua indústria vai muito além de entregar um produto, de vender, enfim, é preocupar-se e ocupar-se do impacto de sua atividade.

O debate continuará em nossa Live com o Rafael e com os parceiros do programa, em nosso canal de Youtube, às 19h.

E ao final da jornada do programa Visão Tecno-Humanista, possamos responder à Volvo Cars e a vocês, se é possível e como transformar sua indústria com consciência corporativa.

 

Imagem: Freepik

CFO, de finanças à prosperidade

Este artigo foi publicado no dia 12/03/2020 na minha coluna no IT Forum 365

 

O diretor financeiro no passado cuidava das finanças, depois da performance, agora da prosperidade

Bom dia Pedro!

Não!

Era assim que me atendia um diretor financeiro que trabalhei, naquela época eu era diretor de uma unidade de negócio, e cada vez que qualquer diretor de comercial aparecia na sala dele, ele me recebia com enorme não, e um grande sorriso.

Segundo ele, os responsáveis comerciais e de desenvolvimento de negócios dizíamos sim a tudo, e para equilibrar, ele precisava dizer “não” a quase tudo.

Com esta atitude inocente e aparentemente benéfica para empresa, ele nos colocava em lados opostos da mesa onde todos comíamos.

Segundo ele, marketing gasta, TI gasta muito, vendas, pela pressão dos resultados, aceita tudo o que o cliente pede, então, alguém tem que trancar o cofre e esconder a chave.

Bem, este estilo de diretor financeiro ficou no início dos anos 2.000, depois surgiu o CFO como braço direito do CEO, auxiliando no desenho da estratégia.

O CFO tem uma visão sistêmica da organização e pode ajudar a todas as áreas a se desenvolverem.

Hoje, com a tecnologia, grandes consultorias, como Delloite, apostam na figura de um CFO que utiliza tecnologia em seu departamento, automatizando tarefas repetitivas, aumentando o rendimento e a assertividade de seu trabalho.

Atuando como hub agregador dos dados da empresa, transformando-os em informação que são necessárias para a tomada de decisão.

O executivo de finanças poderá atuar próximo à área de vendas para discutir política de desconto, marketing para definir a viabilidade de novos produtos e preços, ampliações, mudanças, investimentos, e todo tipo de decisões precisam de apoio e embasamento.

Outro ponto que o CFO pode, e tem apoiado, é nos indicadores de rendimento e controle. Algumas literaturas estão falando da transformação do CFO em CPO (Chief Performance Officer).

Melhorar o rendimento e otimizar cada parte da empresa é importante, porém, no modelo de uma organização Tecno-Humanizada, a gestão dos processos fica sob o responsável de eficiência, eficácia e viabilização tecnológica (antigo CIO).

E, no modelo Tecno-Humanizado, o CFO passa a ser o responsável pela prosperidade. Isso implica ampliar o raio de ação dos resultados financeiros à olhar também o impacto social e impacto meio ambiental.

Isso implica substituir o modelo de bottom line (lucro) pelo de triple bottom line (lucro, impacto social e impacto meio ambiental). E toda a operação será analisada desta forma.

Porém, esta mudança deve ser genuína, a área de responsabilidade social corporativa (RSC) eliminada ou transformada na área de impacto social. A mudança é significativa!

A responsabilidade social corporativa, na imensa maioria dos casos, se dedica a mitigar o impacto da operação da empresa, ou em ações de give back. Em muitas ocasiões se trata de fazer caridade por marketing. Ações, que mesmo sendo bem-intencionadas, funcionam mais como limpeza de consciência que efetivamente como impacto positivo verdadeiro.

A RSC deve ser deixar de se preocupar em limpar as pegadas negativas e a nova visão de impacto social e meio ambiental, deve atuar no desenho de uma organização mais consciente e humanizada em sua essência. Assim, não é necessário limpar depois.

É como trocar o conceito de jogar lixo fora ou reciclar lixo. É isso que buscamos na organização.

Não existe jogar lixo fora, você joga fora da sua casa, mas está no seu bairro, depois a prefeitura leva o lixo do seu bairro, mas está na sua cidade, depois no seu estado, no seu país ou no seu planeta.

O lixo nunca está fora, ele sempre está dentro do seu ecossistema.

Reciclar é transformar um material, que poderia ser nocivo em algo que o planeta possa assimilar ou reutilizar.

Neste caso é o mesmo conceito, antes o CFO controlava somente o resultado financeiro da empresa, comparando com o objetivo marcado pelo planejamento estratégico.

Em qualquer caso, sempre olhando para o próprio umbigo.

Esta visão não é mais suficiente para uma organização Tecno-Humanizada.

Se desenharmos e gerirmos uma organização sob estas bases do triple bottom line, o CFO se converte no responsável pela prosperidade, não somente da organização, mas ajudando a construir uma sociedade.

Como já comentamos em diferentes artigos, organizações conscientes e humanizadas são mais rentáveis, portanto, este modelo Tecno-Humanizado permite a organização criar riqueza sem gerar miséria.

 

Imagens: Pixabay e BE&SK

Seja egoísta, ajude o próximo!

Este artigo foi publicado: no dia 30/11/2019 na minha coluna no R7 e no portal Inova360.

 

O altruísmo corporativo aumenta o engajamento dos colaboradores e a lucratividade da empresa

Cada um por si e Deus pra todos.

Se você é vítima da crença arcaica tenho uma boa notícia, ela caducou.

Estamos na era da colaboração, portanto, temos que pensar no coletivo e não somente no individual.

Vou te dar 3 motivos para pensar no próximo: Por consciência, porque está na moda ou por egoísmo.

Isso mesmo, você leu certo, por egoísmo.

Está comprovado cientificamente que ajudar o próximo faz bem!

Jorge Moll Neto, PhD, fundador e coordenador da Unidade de Neurociência Cognitiva e Comportamental e cofundador e presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, demonstrou em um estudo científico os benefícios do altruísmo.

Ele comparou a resposta cerebral (bioquímica e cognitiva) em três situações:

Quando você ganha dinheiro.

Quando você doa parte deste dinheiro que ganhou à uma causa que você acredita ou considera nobre.

Quando você nega a doação por não acreditar na causa.

Quando você ganha dinheiro, ativa o mesolímbico dopaminérgico, a região cerebral da recompensa e gera uma sensação de bem-estar.

Ao opor-se à doação, você também ativa o sistema de recompensa, porém ativa simultaneamente outras regiões do cérebro que estão relacionadas à sentimentos aversivos que reduzem ou até pode anular as boas sensações.

No caso da doação, você ativa o sistema de recompensa e ativa também circuitos seletivos relacionados a sentimentos afiliativos que são próprios de cuidados mãe-filho, formação de casais ou de proteção ao cônjuge, portanto, o sentimento de bem-estar se vê potencializado produzindo uma sensação de prazer maior a quando se ganha.

A lembrança da experiência prazerosa de ajudar o próximo é de longo prazo, porque fica registrada no sistema límbico do cérebro, onde temos a nossa memória sensorial e afetiva.

Isso não acontece com as teóricas sensações de bem-estar ao comprar uma roupa ou um celular, que em poucos dias desaparecem e precisamos de “outra dose”.

O terceiro grande benefício é a influência que fazer o bem tem em nosso entorno, as pessoas que são contagiadas com o seu exemplo.

O quarto e último beneficio, obviamente, é de quem recebe a ajuda.

Portanto…

SEJA EGOÍSTA!

AJUDE O PRÓXIMO!

Você ajudará a uma pessoa ou causa, à sociedade e, de forma cientificamente comprovada, sobretudo, ajudará a você mesmo.

E o que isso tem a ver com o mundo corporativo?

O primeiro é que não podemos nos esquecer jamais que as empresas não são formadas por “recursos”, e sim por pessoas, que pensam e sentem.

Se uma empresa considera o impacto social em suas decisões e ações, isso faz com que seus colaboradores se sintam mais comprometidos e orgulhos da organização onde trabalham.

Isso, associado ao propósito da empresa (é importante que a empresa tenha um propósito), eleva o nível de engajamento do colaborador a um sentimento de pertencimento que não se consegue com dinheiro.

Uma empresa que se preocupa, e principalmente se ocupa, do impacto social de seu negócio muda de patamar para seus colaboradores, clientes e parceiros.

E isso se nota nos resultados.

Raj Sisodia, Jagdish N. Sheth e David Wolfe mostram em seu livro Firms of Endearment (empresas carinhosas em tradução livre).

Segundo os autores, empresas, do S&P 500, com paixão, propósito e compaixão cresceram 14x mais.

SER GENEROSO E ALTRUÍSTA É RENTÁVEL!

Talvez você esteja pensando, isso só funciona lá fora.

No Brasil isso não daria certo.

Pois é, você errou de novo.

Em meus treinamentos, eu apresento um estudo feito no Brasil, que mostra que as empresas brasileiras, humanizadas e conscientes foram 6x mais rentáveis.

Portanto, se achava bobagem a sua empresa pensar no impacto social (de verdade) ou se pensava que eu sou um romântico e utópico, reveja seus conceitos.

Humanize sua empresa, faça com que ela seja pense no próximo, mesmo que seja por interesse e benefício próprio, a sociedade agradece do mesmo jeito.

Mas não pense que isso se resolve com uma campanha do agasalho ou que a Responsabilidade Social Corporativa, usada de forma hipócrita, vai resolver o seu problema.

Também não estamos falando de empresas que só visam lucro e, o empresário, em sua vida privada, é filantropo.

Precisamos de algo verdadeiro e genuíno.

Seja egoísta, ajude o próximo!

O maior beneficiado será você.

 

Imagens: Pixabay e BE&SK