Flexibilidade e integração é a base da digitalização

Este artigo foi publicado no dia 30/06/2020 na minha coluna no R7 e inova360

 

A infraestrutura de tecnologia é o novo core business de qualquer operação

Onde armazenar e processar a quantidade de informação que geramos todos os dias?

Como integrar os sistemas legados da empresa às novas tecnologias de customer experience, IoT, IA, Big Data, etc.?

Como manter atualizada minha infraestrutura com a velocidade da evolução tecnológica?

Como atender ao negócio entregando soluções na mesma velocidade que o mercado exige?

Estas são perguntas que todo CTO – Chief Techology Officer – tem em seu criado-mudo para repassar todas as noites.

Estes e tantos outros, como segurança e backup, fazem parte da agenda de toda e qualquer empresa.

Desde o ponto de vista da Tecno-Humanização, a tecnologia é um meio e não um fim em si mesmo. Porém, é um meio crítico e fundamental, pois, nenhuma empresa sobreviveria hoje sem tecnologia.

No entanto, a infraestrutura tecnológica representa apenas uma das funções vitais da empresa. Somente com ela, a empresa carece de propósito; sem ela, carece de energia para sobreviver.

Por isso, é fundamental contar com empresas que são capazes de desenhar soluções de integração flexíveis e robustas.

A NetStor, empresa integradora especialista em infraestrutura de Tecnologia da Informação – TI, afirma que o crescimento exponencial do volume de dados e informações, espalhados em inúmeras e distintas aplicações de negócios, distribuídos em diversos bancos de dados e suas respectivas estruturas, sistemas e arquiteturas heterogêneas, requer da área de armazenamento de dados das empresas, a maior atenção de seus gestores.

Some-se a isso, a integração de outras fontes de dados e informações não estruturadas, como sensores e telemetria (IoT), mídias sociais (Big Data), sistemas inteligentes (machine learning) e cognitivos (IA), e terá um panorama deste desafio.

Atualmente, os sistemas de armazenamento de dados são responsáveis por armazenar, disponibilizar, proteger, criptografar, replicar, arquivar, compartilhar, os dados e informações de negócios da empresa, a fim de consolidá-los, analisá-los e correlacioná-los na busca por insights e tendências de negócios.

Escolher um sistema de armazenamento de dados adequado às suas necessidades operacionais e de negócios, não é uma tarefa simples.

Os sistemas de armazenamento de dados podem ser, segundo sua arquitetura, distribuídos, de propósito geral ou específico, convergentes ou hiperconvergentes. Podem ser self-healing ou fault-tolerance. Podem ser acessados em blocos, arquivos ou objetos. Podem se conectar a redes TCP/IP, FCP ou NVMe. Podem ser compatíveis com inúmeros protocolos e mídias. Podem ser instalados on premises ou na nuvem.

Todas essas características, funcionalidades e opções, tornam os sistemas de armazenamento de dados flexíveis, adaptáveis e integrados às necessidades de negócios da empresa. Mas, é preciso conhecimento específico para escolher corretamente.

Só assim, a empresa poderá usufruir do ativo mais valioso que possui: seus dados e informações.

Saber explorar esse recurso e transformá-lo em novos modelos de negócio, inovadores e rentáveis, é a melhor foram de se conhecer e de se diferenciar no mercado.

A NetStor possui expertise, conhecimento e experiência, na concepção, desenho e comercialização de soluções de infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) e auxilia seus clientes na escolha correta, para que obtenham benefícios reais, tangíveis e mensuráveis para o negócio, alinhada aos investimentos da empresa.

 

Imagem: Rawpixel

COO, da otimização à excelência

Este artigo foi publicado no dia 18/03/2020 na minha coluna no IT Forum 365

 

Otimizar é importante, mas onde está o limite?

A otimização já não é suficiente…

Durante anos, um bom gestor era pago pelas otimizações que fazia.

Um executivo pode até ser avaliado pela liderança, motivação e gestão de sua equipe, mas é medido e pago, pelos resultados que apresenta, e isso significa que é necessário otimizar, otimizar e otimizar.

Melhorar os controles e processos, reduzir custos e aumentar eficiência operacional, que também é redução de custo, pode ser a diferença entre uma empresa rentável ou não.

A tecnologia foi a maior aliada nas últimas décadas desta política.

Usar tecnologia para melhorar a experiência do cliente, para otimizar processos e aumentar a eficiência é o caminho seguido por muitos diretores de operações.

Digitalização, Automação, Robotização, Industria 4.0, e por aí vai…

Alguns amigos não sabem muito bem o que a minha empresa faz porque não falo de trabalho como eles, mas eles sabem que trabalho com algo relacionado a inovação, transformação digital e gestão de empresas. E sempre que aparece alguma coisa relacionado a estes assuntos, me mandam.

Há um tempo atrás, me mandaram dois vídeos, um sobre uma empresa cervejeira do Rio de Janeiro, que automatizou toda a linha de produção, sem nenhuma intervenção humana, o outro foi de um grande frigorífico que robotizou toda a sua planta da Austrália, para cortar e desossar de forma totalmente autônoma, sem intervenção humana.

Isso é indústria 4.0, usaram IoT, IA, Machine Learning, e toda a tecnologia necessária que o dinheiro podia comprar.

É fascinante ver o brilho nos olhos dos tecnólogos, vendo tudo funcionar à perfeição, de forma totalmente automática e autônoma.

Isso é otimização pura!

Sem erros, padronização no produto, evita desperdícios de matéria prima e todo tipo de recursos, e economia de mão de obra.

Sem contar que, feita a manutenção preventiva, robôs não ficam doente, não mente, não engana, não fica grávida, não morre avó, …

São inúmeras vantagens, não é mesmo?

Mas quando me mandaram estes vídeos com o entusiasmo de uma criança com tênis novo, como Tecno-Humanista, o primeiro que me veio à cabeça foi.

Se todas as indústrias, ou empresas, fizerem isso, para quem elas vão vender seus produtos?

Nenhuma empresa sobreviveria sem tecnologia, nenhuma sociedade existiria sem pessoas.

Portanto, a diretoria de operações deve pensar em otimizar? SIM

Mas onde está o limite?

Levar a otimização ao extremo é perigoso e inclusive, pouco inteligente.

A resposta natural e obvia de um COO é me pagam para isto, eu tenho que velar pelos interesses da minha empresa.

O problema é que a sua empresa não está no mundo, ela está dentro de um contexto, e se não formos capazes de olhar além das paredes da empresa, esgotaremos o modelo, como já estamos fazendo.

Portanto a Tecno-Humanização transformar o diretor de operações no responsável pela excelência.

 

 

Desde o ponto de vista operacional, dar o salto de otimização a excelência, significa implementar uma cultura de excelência e convertê-la em um hábito.

Trabalhar a cultura na empresa, não significa necessariamente investir milhões em tecnologia, e sim assimilar o conceito e a cultura, quase como um mantra, de:

Fazer o melhor que se pode com o que se tem.

Porém em minha visão, não se trata somente da excelência operacional em si, mas também de ajudar o CEO Tecno-Humanista a definir os limites da otimização, baseado nos princípios e valores da Tecno-Humanização e salvaguardar para que sejam cumpridos.

Ou criamos empresas rentáveis, conscientes e humanizadas, ou otimização não será suficiente…

 

Imagens: Freepik e BE&SK