O foco, que te salvava, agora te faz vulnerável

Foco é importante!
Acho que todo mundo está de acordo com isso, porém, temos duas grandes questões:

  1. Como ter O FOCO que gera resultados?
  2. Cómo fazer para que o FOCO em meu negócio, evite que eu veja as ameaças e/ou os riscos que vem de fora da minha área de atuação?

Foco, foco, foco, esta foi a receita (e muito válida) dos últimos anos.
A concentração de esforços e recursos sem dúvida salvou muitas empresas e postos de trabalho.
Esta abordagem continua fazendo sentido, em um mundo com muitos estímulos externos, muita informação e escassez de recursos, a tentação de sair disparando para todos os lados pra ver se caçamos algo no final do dia é grande, mas, normalmente, não funciona.
Os líderes devem estar focados em seu core business, em suas atividades, isso importante porém não suficiente, já não garante o êxito.

Muito pelo contrário, nos faz extremamente vulneráveis porque as ameaças mais graves vem de fora do setor.

É frequente (e natural) vermos empresas focadas em seu negócio. O curso natural é realizar um planejamento estratégico, aplicando algumas das ferramentas amplamente conhecidas (SWOT, 5 forças de Porter, Matriz BCG, CANVAS Business Model, Análise PESTEL, e por aí vai…).

Estas ferramentas ainda são muito válidas, porém estão todas baseadas no negócio e no setor da empresa.

Mesmo as ferramentas que analisam o entorno e os condicionantes exterior ao negócio, o fazem em função e desde o ponto de vista do negócio, colocando o core business no centro.

Como as empresas tradicionais (eu as chamaria antigas) ainda estão baseadas em métricas e conceitos ultrapassados como share of wallet, o que elas fazem?

Se comparam com empresas de seu mesmo setor e atividade, participam de congressos e feiras do setor, são membros de associações e confederações setoriais, e estão constantemente olhando para o próprio umbigo. Muitas fazem isso porque consideram seu negócio único, específico e particular.

Mensagem importante, todos os negócios são peculiares, não enalteça o seu e menospreze os demais. Leia o post [TODO negócio está exposto à Transformação]

Atualmente o risco de ter foco somente em seu negócio e ficar olhando somente para o próprio umbigo é abaixar tanto a cabeça a ponto de deixar o pescoço exposto a que as ameaças que vem de fora do setor o corte.

O grande dilema é, quando as empresas percebem o risco que estão correndo por não terem uma visão holística e sistêmica do entorno, elas não tem metodologia para identificar os riscos e as oportunidades, nem armas para competir com empresas que vem de fora de seu setor.

São empresas, produtos e serviços que vem de outros setores, aparecem sem avisar e como você não está com o radar a 360º é pego desprevenido.

O desafio é que, ao virem de setores diferentes, tem regras, regulamentações, estruturas, modelos de negócio e estrutura de custo diferentes.

Como se pode competir com uma empresa que tem regras, estrutura e principalmente mentalidade diferente?

Eu tenho cases que você ficaria surpreso, mas como ainda estão sendo trabalhados, eu não posso revelar por ética e respeito aos meus clientes, porém posso dar um exemplo genérico (e antigo) mais que ilustra muito bem o conceito.

Quem era o concorrente de uma companhia aérea?

Resposta fácil: Outra companhia aérea.

No modelo tradicional de single P&L (onde somente o resultado econômico importava), a maior parte dos custos estão expostos a flutuação do câmbio neste tipo de negócio.

Porém, este risco valia para todos os concorrentes, quando flutuava o dólar impactava a todas as companhias aérea.

Quando sobe o petróleo (consequência da alta do dólar) também afeta a todas.

Quando o sindicato negocia um dissídio, o mesmo.

Quando a agência nacional ou internacional de tráfego aéreo cria ou altera uma regra…

E assim por diante, portanto, as empresas ficavam de olho no market share (venda de tickets), satisfação de clientes e controle de custo. (simplificando muito obviamente)

Quem são os novos concorrentes das companhias aéreas hoje?

Os softwares de videoconferencia: Skype, Zoom, Appear.in, e uma longa lista…

Quando sobe o petróleo impacta, e muito, a companhia aérea porém não impacta em nada à videoconferência.

Se cai uma conexão de vídeo, nos conectamos novamente e vida que segue.

Nem é necessário comentar as consequências no caso da companhia aérea.

Por isso a regulamentação e as exigências de segurança são infinitamente maiores com as companhias aéreas, e isso supõe maior custo.

Quantas pessoas reduziram suas viagens por videoconferência nos últimos anos?

A video não foi criada para competir com o setor de transporte, porém impacta, e muito.

É de outro setor, tem outras regras, outras regulamentações, outra estrutura de custos, etc.

A primeira pergunta que vem à cabeça do executivo é:

Como competir assim?

Este é um dos grandes desafios das empresas no século 21!!!

Mais cedo ou mais tarde, toda empresa fica sabendo das ameaças e das oportunidades. A questão é quando?

Se as companhias aéreas tivessem enxergado este impacto antes da disseminação da videoconferência, quantos milhões de dólares elas teriam economizado.

A maioria aprendeu da pior maneira, queda nas vendas, análise, consultoria e reestruturação… (e durante este período, milhões de dólares indo pelo ralo)

Mas isso não é tudo!!!

Neste caso, as companhias aéreas tiveram que se ajustar mais continuam aí (ao menos até a chegada do hyperloop).

Porém, existem tecnologias que podem fazer com que o seu negócio desapareça quase de forma imediata.

Como evitar isso?

Contrate  um mentor de transformação EXTERNO que tenha ferramenta e metodologia para te ajudar (e proteger). Enquanto você foca em seu core business e na gestão de seu negócio ele vai analisar (periodicamente) o mercado de forma mais ampla e te trazer insights e informações que podem salvar o seu negócio.

A BE&SK possui o serviço de observatório e o Modelo de Análise de Impacto da Tecnologia que devem ser as principais fontes de informação para manter a empresa protegida e em constante processo de inovação. Estas ferramentas também são necessárias para elaborar o Plano de Transformação Tecno-Humanizado (substituto do Planejamento estratégico tradicional).

Para mais informações, pode entrar em contato com a BE&SK e te mostraremos dezenas de cases e exemplos de empresas que cresceram por enxergar oportunidades antes de seus concorrentes e outras que quebraram por não possuir um serviço assim.

Você também pode aprender esta metodologia participando de nosso workshop.

Quer comprar o seu passaporte para o futuro ou assinar o seu atestado de óbito?

A escolha é sua….

Imagens: BE&SK

Marketing não gera demanda

Foi uma experiência “interessante” ver a reação do público de quase 200 profissionais de marketing ao iniciar a minha palestra dizendo que marketing não gera demanda.

Não buscava a provocação vazia,  sem nenhum fundamento.

A partir desta afirmação comecei a apresentar e defender a minha tese (e no final, parece que a maioria concordou comigo).

Quem gera demanda é a mudança comportamental das novas gerações!

Marketing tem a função fundamental de identificar esta demanda, inclusive antes de que algumas pessoas sejam conscientes da mesma, e captá-la para que a sua empresa possa atendê-la.

Você não acredita em mim?

Vou te dar alguns exemplos.

Não existem registros oficiais e portanto há várias versões de qual foi o primeiro e-commerce do Brasil (Book net, Brasoftware, Magazine Luiza…), na verdade pouco importa, porém o que todos eles disseram foi que as vendas, no início e durante um bom tempo, eram insignificante, haviam alguns motivos técnicos e de infraestrutura que dificultavam o desenvolvimento das lojas virtuais mas não os impediam.

Todo mundo entrava, pesquisava os produtos e os preços e depois iam às lojas físicas para comprar.

Os especialistas coincidem que o e-commerce só decolou quando houve uma mudança geracional, com nova mentalidade.

O mesmo aconteceu com o banco eletrônico, NINGUÉM fazia transações financeiras por internet até vir uma nova geração, agora é absolutamente normal, inclusive para pessoas da geração anterior.

A primeira máquina fotográfica digital  foi lançada em 1981 pela Sony (modelo Mavica), depois vieram Canon, Kodak, Olympus, Hitachi e lançaram seus modelos, até a Apple  lançou em 1994 e foi um fracasso.

O que aconteceu?

São empresas que não sabem inovar?

Não tem branding?

Não sabem fazer marketing?

Não tem recursos?

Obviamente não foram esses os problemas, as pessoas simplesmente não estavam preparadas.

Foi a partir de 1997 que as câmeras digitais se popularizaram.

Convencidos?

Tudo começa com a mudança comportamental das novas gerações e a partir daí inicia-se o ciclo de transformação, que tem sido responsável pela evolução da humanidade.

Veja o Ciclo de Transformação.

É importante dizer que o ciclo de transformação não é novo, a BE&SK somente sistematizou algo que sempre existiu.

A diferença é que antes o período de um ciclo completo era de no mínimo uma geração.

Hoje ele se completa a cada 3-5 anos e existem ciclos concomitantes, o que nos torna em uma sociedade exponencial.

No livro [A Tecno-Humanização das Organizações] podemos observar como funciona o Ciclo e ver alguns exemplos.

Em nosso workshop trabalhamos o Ciclo de Transformação para que os participantes possam responder estas perguntas, que a maioria das empresas e pessoas não sabem responder, porém seu desenvolvimento depende destas respostas.

Por quê as novas gerações têm novos comportamentos?

Qual o impacto destes novos comportamento nas empresas e na sociedade?

Como funciona o ciclo de transformação?

Entender o ciclo de transformação pode me ajudar a me posicionar melhor?

Qual o papel da tecnologia neste ciclo?

Qual o impacto nas profissões?

Após respondê-las o Ciclo de Transformação nos deixa várias mensagens relevantes:

1) A tecnologia não está no centro do processo de transformação que estamos vivendo,

2) A tecnologia (transformação digital) é um meio e não um fim,

3) A tecnologia permite viabilizar mais produtos e acelerar o ciclo de transformação,

e para mim, a principal:

4) TUDO começa e termina no ser humano.

Para saber como unir Tecnologia e Pessoas, conheça o conceito da Tecno-Humanização, através de nosso blog, livro ou assista a minipalestra disponível em nosso site.

Imagens: Pixabay e BE&SK

Digital Transformation vs. Technology Transformation

A poderosa indústria da tecnologia digital (fabricantes, distribuidores e integradores), da qual eu me orgulho de ter sido parte ativa durante mais de 30 anos, e continuo fazendo parte indiretamente agora, nos tem vendido que a tecnologia digital é o centro do universo. Vamos desmistificar isso.

É inegável que a tecnologia nos permite viabilizar produtos, serviços e modelos de negócio que há menos de uma década eram totalmente impensáveis.

Serviços como Uber, Airbnb, Spotify, etc., não existiriam sem smartphones, sem internet móvel, sem muito software e tecnologia por trás para suportá-los.

Também é inegável que a tecnologia pode salvar vidas, melhorar nossa qualidade de vida, gerar abundância e democratizar o conhecimento e o bem-estar. (obviamente se bem utilizada)

Não menos questionável é a premissa de que, se mal utilizada, pode gerar muitos problemas e transtornos sociais. Como tudo na vida, a tecnologia digital tem a sua cara e a sua cruz, ela é adorada e odiada.

Porém, o que não se conta por aí com a mesma intensidade é que existem tecnologias analógicas que também vão impactar muitos setores da economia, empresas e pessoas.

**COMO ASSIM?!!!**

Em pleno século 21 ainda temos tecnologias analógicas?!!! Isso não é coisa do passado?

Pois é… pasmem mas a sua empresa, a sua profissão, o seu ganha pão neste momento pode estar ameaçado por uma tecnologia analógica e você nem está prestando atenção.

A maioria das empresas estão focadas na Transformação Digital, elas estão comprando o discurso que lhes é vendido, seja por imitação (se o meu concorrente fez eu também faço para não ficar para trás), seja por moda (que não deixa de ser uma forma de imitação), seja por pressão social (onde já se viu você não usar tecnologia hoje em dia), seja por necessidade competitiva e de sobrevivência. Enfim, qualquer que seja o motivo se você só está olhando o digital, você pode estar cometendo um erro grave.

Óbvio que a tecnologia digital é importante e deve ser utilizada e consumida, em alguns casos, massivamente, porém ela é somente uma parte deste processo…

Pergunta fácil.

Um hambúrguer é uma tecnologia digital?

Da uma olhada no Impossible Burger clicando aqui.

Pois é… Tem muita tecnologia por trás do Impossible Burger, neurocientistas, cientistas de sabor (profissão nova), químicos, etc., porém um hambúrguer não é digital (esta afirmação era necessária mas me fez sentir um pouco idiota).

Um hambúrguer que faz o mesmo barulho da carne ao fritar, permite escolher o ponto de cocção, que tem sabor de carne, cheiro de carne, textura de carne, mas não é carne!!!

Para muitos, é somente uma bobagem, para outros um produto de nicho para atender a onda vegana (alguns consideram moda vegana), porém o objetivo não é abrir um debate se faz ou não sentido, se é bom ou não, enfim… se trata de um produto que está crescendo muito nos EUA e provavelmente chegue a todo o planeta, portanto devemos considerá-lo como uma opção.

Os riscos e as oportunidades não estão na tecnologia em si (seja ela analógica ou digital) e sim no seu impacto.

Se analisarmos esta tecnologia (analógica) utilizando o [Modelo de Análise de Impacto] podemos ver que bastaria apenas uma grande rede de fast food com escala global adotar este hambúrguer em seu cardápio para que milhares de postos de trabalho na indústria agropecuária e nos frigoríficos desaparecessem. Em contrapartida a produção das plantas que o compõe, as fábricas de extração de suas substâncias crescessem. A logística, o meio-ambiente, novas profissões, regulamentações, a vigilância sanitária, etc., etc. fossem  impactados, positiva ou negativamente, dependendo do momento e do posicionamento de cada um.

Em nosso workshop presencial e no livro sobre a Tecno-Humanização, que já está em pré-venda (ou venda dependendo de quando você ler este post) no meu site (www.bensk.net), temos outros exemplos de tecnologias analógicas mais impactantes que você não deve perder e também tecnologia digitais que podem representar uma ameaça ou uma grande oportunidade ao seu negócio, à sua empresa ou à sua profissão, e portanto a você.

Espero que a partir de agora, esteja atento a todas as tecnologias e não pense somente em Digital Transformation e sim em Technology Transformation, é muito mais amplo.

Um dia você vai me agradecer por isso…

Imagens: Pixabay

Conceito – A Tecno-Humanização das Organizações

Transformação Digital, Transformação de Negócios, Transformação de Mindset

“A Transformação Digital é a nossa salvação!”

Esta foi a resposta dada por um participante e corroborada pelos demais em um jantar quando o presidente da IBM lhes perguntou o que eles pensavam sobre a Transformação Digital.

A Transformação Digital, segundo eles, é a única via para trazer inovação e maior competitividade, reduzir custo e aumentar as vendas, enfim, o sonho dourado de qualquer executivo.

Como a fase de convencimento dos executivos (de empresas medias e grandes) sobre a necessidade da Transformação Digital está vencida, o seguinte passo é questionar o que eles entendem por Transformação Digital.

Como estão implementando este processo em suas empresas?

Em que estágio estão e se os resultados obtidos são os esperados…

Porém o desafio da Transformação Digital para as micro e pequenas empresas é diferente, muitos destes empresários ainda pensam que é muito caro, que é somente para empresas de grande porte e que todo esta transformação não vai afetar o seu negócio.

Eu pergunto a todos os CEOs que converso, sobre seu modelo de negócio e seus processos de inovação, e posso afirmar que o estudo realizado pela McKinsey onde revela que 85% dos CEOs americanos consideram seus modelos de negócio estão em risco e que apenas 8% estão satisfeitos com seus processos de inovação, é totalmente aplicável ao Brasil.

Eu também pergunto a eles sobre o que pensam sobre ter foco em seu negócio, e a resposta mais ouvida é que isso é fundamental (mais adiante eu direi o penso sobre isso).

Por outro lado, startups nascem a punhados com o objetivo de escalar de forma exponencial, todo negócio tem que crescer, crescer e crescer.

Em paralelo, os executivos de grandes empresas “tradicionais”, buscam reconduzir seus negócios para voltar a crescer surfando na onda da Transformação Digital e tentando se aproximar das startups que são mais ágeis, mais leves e podem trazem negócio rápido, através de Hackathons, criando aceleradoras ou incubadoras.

As micro e pequenas empresas se encontram perdidas, as vendas caem, as empresas globais e os comércios eletrônicos invadem seu espaço, elas não podem competir por preço, escala, branding, e como se não bastasse, surgem novos concorrentes na camada debaixo.

Autônomos, alguns deles por opção e outros por necessidade, porque perderam seus empregos e começam a oferecer produtos e serviços caseiros e isso impacta a pequena indústria, o pequeno comércio e o varejo de vizinhança.

[POST: A Transformação Digital na pequena empresa]

Por último, e não menos importante, tenho constatado uma realidade extremadamente cruel e hipócrita entre o discurso e a realidade do desenvolvimento humano, das culturas organizacionais, das profissões e da geração de emprego.

Semanalmente recebo vários CV de pessoas que perderam os seus postos de trabalho.

E isso gera muitos problemas, desde econômicos a autoestima e depressão, sem contar efeitos colaterais como aumento da delinquência entre outros.

Nunca, ao longo da história da humanidade, se viveu tão bem, nunca houve tanto alimento, água potável e nunca as pessoas tiveram tanto acesso a bens de consumo. Todo mundo tem TV, Smartphone, Internet, carro, etc., porém a felicidade se mede pelo TER e o SER se mede por cliques.

Pesquisas indicam que temos o maior índice de insatisfação profissional da história, em nossa sociedade aumentaram os quadros de ansiedade, depressão e suicídio.

Como a Transformação Digital, apontada pelos executivos como a salvadora da pátria de suas empresas e, portanto, da economia, pode resolver estas questões?

Muitos executivos e empresários, me respondem, que ao gerar empregos e pagar a quantidade absurda de impostos que se paga no Brasil cumprem o seu papel com a sociedade, o resto é com o governo.

Será mesmo?

Eu estou de acordo que a contribuição dos empresários é ENORME e fundamental.

Mais pra mim tem algo que ainda não encaixa nesta equação…

Os erros das empresas ao fazerem sua Transformação Digital e/ou sua Transformação de Negócios é que partem de premissas equivocadas, que talvez fossem válidas no passado, porém já não mais.

 

OS 10 PRINCIPAIS ERROS DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL:

As empresas abordam a Transformação Digital desde o seguinte ponto de vista:

Partem de um core business que consideram fixo e imutável, fazem seu planejamento estratégico a partir deste core business e partir do seu BP, pedem ao CIO que faça a Transformação Digital…

1º erro grave na Transformação Digital: A Transformação Digital se refere a utilizar tecnologia digital para acelerar o negócio, pois bem, o erro está em descartar as tecnologias analógicas.

Existem muitas tecnologias analógicas que vão impactar, positiva e negativamente, muitos negócios e ignora-las pode ser fatal, portanto, pense em Transformação Tecnológica, incorporando tecnologias digitais e analógicas.

Essa é uma abordagem mais ampla e faz muita diferença.

Achou estranho que existam tecnologias analógicas que possam mudar o seu negócio?

[POST: Transformação Digital vs. Transformação Tecnológica]

2º erro grave na Transformação Digital: Se a Transformação Digital parte de um planejamento estratégico baseado em um core business, não é uma transformação!!!

O que a empresa está pedindo é para informatizar, automatizar, robotizar, digitalizar processos que ela já faz hoje. Usar a tecnologia para fazer mais rápido e melhor o que se faz atualmente não tem nada de transformação, já fazemos isso há 30 anos.

A diferença é que temos uma maior oferta de tecnologias e preços mais acessíveis.

[POST: Evolução ou Transformação Digital?

3º erro grave na Transformação Digital: Se a maioria dos executivos consideram que seu modelo negócio está em risco, usar a tecnologia para fazer mais rápido o que se faz hoje só acelera o desastre.

Utilizando uma analogia muito simples seria como se eu estivesse indo com um carro popular na direção errada, ao trocar o meu carro 1.0 por um F1, vou chegar antes ao destino equivocado.

A Transformação Digital não deve ser feita antes de saber onde se quer chegar…

Faz sentido? 

[POST: Evolução ou Transformação Digital?]

4º erro grave na Transformação Digital: Considerar um CORE business rígido e imutável em mundo líquido (como nos trouxe Bauman) pode ser assinar a sua sentença de morte.

As empresas devem buscar flexibilidade e agilidade e principalmente mente aberta para poder, se necessário, matar o próprio negócio e criar outro.

Ter um core business significa ter foco e isso é o que me ensinaram nos últimos 15 ou 20 anos…

Isto nos leva ao próximo erro.

[POST: Modelos de negócios ágeis e flexíveis – Holocracia e Metodologias ágeis]

5º erro grave na Transformação Digital: O foco que antes salvava as empresas, agora as torna vulneráveis. Antes o foco era fundamental hoje ele continua tendo um papel importante, porém não é suficiente.

Os maiores riscos e as oportunidades para seu negócio vêm de tecnologias, produtos e serviços de fora do seu setor.

Seu concorrente não é somente a empresa que faz o mesmo que você, que pertence ao mesmo setor, que está sob a mesma regulamentação, que está associada ao mesmo conselho regional e que frequenta os mesmos congressos…

Você sabe identificar seus concorrentes?

Você sabe competir com empresas que tem estruturas, regulamentações, governanças, P&L diferentes às suas?

O recomendado é que você continue focado em seu negócio, em sua atividade principal, a final de contas, você é o que mais sabe sobre ela, e conte com a ajuda de um serviço de observatório externo que monitore tecnologias, produtos e serviços que possam representar riscos ou oportunidades para sua empresa.

[POST: O foco que te salvava agora te torna vulnerável]

6º erro grave na Transformação Digital: Tenho visto muitas (grandes) empresas criarem uma equipe de Transformação Digital. Sem dúvida é algo importante, uma equipe dedicada, que não tenha a pressão da operação, do dia a dia, sem dúvida é uma boa medida.

Porém, esta equipe, mesmo que inconscientemente, trabalha impregnada pela cultura da empresa, e há muitas controversas sobre os benefícios e malefícios disso, trabalha pensando em otimizar o que a empresa faz hoje (já falamos sobre isso) e nem sempre tem o empowerment suficiente para aprovar suas ideias.

É fundamental ter a visão e o apoio, sempre, de um mentor (não consultor) de Transformação externo.

[POST: Mentoring de Transformação]

[CASE: Empresa de Fast Frame]

7º erro grave na Transformação Digital: As empresas, no processo de Transformação Digital, focam em tecnologias para atender suas necessidades atuais, em como usar a tecnologia para fazer melhor que já faz hoje.

Pois bem, sinto informar que analisar a tecnologia pela tecnologia em si é um grande erro. A tecnologia é efêmera e é somente um meio, e não um fim.

As grandes oportunidades e os grandes riscos estão no impacto que uma determinada tecnologia pode causar e não na tecnologia si.

Você tem alguma ferramenta ou metodologia que te ajude a analisar o impacto de qualquer tecnologia no seu negócio?

Saiba que existe uma ferramenta que pode te ajudar, leia o post MAIT – Modelo de Análise de Impacto da Tecnologia.

[POST: MAIT – Modelo de Análise de Impacto da Tecnologia]

[Animação conceitual – clique aquí]

[e-book: MAIT – Carro Elétrico]

8º erro grave na Transformação Digital: Pasmem, ainda existem executivos e empresários que consideram que seu negócio não será afetado!!!

Acreditam que são imunes às transformações que estamos vivendo.

Eles consideram que seu negócio tem muitas particularidades ou restrições legais que não permite inovar ou que seu setor tem altas barreiras de entrada, sejam regulatórias ou econômicas.

Pois é, os bancos (um dos setores mais regulados do mundo), os taxistas, as redes hoteleiras também pensavam isso…

[POST: Transformação Digital para TODOS, você não é diferente]

9º erro grave na Transformação Digital: O nono erro é mais frequente em micro e pequena empresa que consideram que Transformação Digital é para grandes empresas, que não está ao seu alcance, que ela ainda carece de processos e controles estruturados, de sistemas básicos.

É importante entender que nem toda criança engatinha antes de andar.

O processo de Transformação não precisa ser sequencial e linear, em muitas ocasiões é necessário saltar etapas que não foram cumpridas para manter-nos atualizados.

[POST: Transformação Digital para pequena empresa]

10º erro grave da Transformação Digital: Para fazer uma Transformação Digital é necessário entender como funciona o ciclo de Transformação e o lugar que a tecnologia ocupa neste ciclo.

Vejamos uma pequena parte do ciclo: Novas gerações tem novos comportamentos, que demandam novos produtos e serviços, a tecnologia suporta e viabiliza estes novos produtos e serviços, que demandam novos perfis (profissões), os novos produtos demandam novos modelos negócios que geram novos comportamentos e fechamos o ciclo.

Tudo começa e termina no ser humano.

[POST: Marketing não gera demanda]

Ao entender e corrigir os erros cometidos no processo da Transformação Digital, nos encontramos que, a Tecnologia, inevitavelmente nos levará a uma Transformação de Negócio, seja pelos produtos, serviços ou modelo de negócio.

Se vamos transformar o negócio, devemos faze-lo com os conceitos e métodos atuais?

O que eu quero dizer com isso é atualmente estamos aplicando um modelo falido.

A maioria das empresas aplicam o conceito de capitalismo definido por Milton Friedman, prêmio Nobel de economia em 1976. Friedman defende que o único objetivo de uma empresa é ganhar dinheiro, gerar lucro para seus acionistas e as contrapartidas para os clientes são oferecer produtos ou serviços e para a sociedade, gerar emprego e pagar impostos.

[POST: Modelo Socioeconômico Tecno-Humanizado]

Um momento!!!

Onde está o problema?

Uma mentira, ou neste caso, uma meia-verdade repetida milhares de vezes, se converte em crença na cabeça de quem as fala, e verdade absoluta para quem as ouve.

Não é verdade que a única função de uma empresa seja gerar lucro.

Não é verdade que os únicos parâmetros que importam são faturamento, crescimento e lucro.

Não é suficiente gerar emprego e pagar impostos.

Criar ou aumentar a governança da empresa não a torna ética.

Pedir a cada colaborador que trate seu trabalho, sua responsabilidade, sua área de atuação como se fosse dono da empresa é um erro.

Não vale o crescimento a qualquer custo.

Não vale tudo…

Este modelo nos trouxe até aqui…

E repito a pergunta que fiz no POST Gênesis da Tecno-Humanização, onde conto como tudo começou.

Você está satisfeito com a sociedade em que vivemos?

Este é o mundo que você quer viver e deixar para os seus filhos?

Estas são perguntas retóricas e por isso, não podemos seguir fazendo as coisas da mesma forma.

OS 10 PRINCIPAIS ERROS DA TRANSFORMAÇÃO de NEGÓCIOS:

1º erro grave na Transformação do Negócio: Pensar no lucro como único objetivo é um grande erro.

Sem dúvida o lucro é fundamental, necessário, importante e deve ser buscado, mais como uma consequência do trabalho bem feito, como um meio para um propósito maior  e não como um fim.

O lucro não deve ser o único parâmetro de gestão, a empresa deve, não só preocupar-se mais ocupar-se também do impacto social e do impacto meio-ambiental de sua atividade, obrigatoriamente e de verdade. (Triple Bottom Line)

As novas gerações, que são os atuais e futuros clientes, são mais conscientes e demandam produtos, serviços e modelos de negócios alinhados aos seus níveis de conscientização.

Se não quiser transformar seu negócio por consciência, faça por inteligência empresarial.

 

2º erro grave na Transformação do Negócio – Autoengano 1 –Quando falamos sobre o conceito de Triple Bottom Line, onde a gestão trabalha com o resultado financeiro, impacto social e impacto meio-ambiental do negócio é muito comum os executivos dizerem: “Minha empresa se preocupa muito com os colaboradores, com a sociedade e com o meio-ambiente”.

Juram de pé junto, acreditam nisso e a maioria o faz de boa fé.

Alguns enumeram os programas que suas empresas têm e citam inclusive que tem um responsável de RSC (Responsabilidade Social Corporativa).

Me desculpem, a RSC, em MUITAS empresas não passa de fazer caridade por marketing.

Por exemplo, vender um produto com muito açúcar e depois doar um milésimo do lucro para uma entidade de crianças com diabete é hipocrisia, o que a empresa deve fazer é desenvolver um produto sem ou com pouco açúcar.

Muitas ações são desconexas com a atividade da empresa.

São feitas somente para lavar a consciência ou conseguir alguns likes.

[POST: Conscientização: A tecnologia está para nos servir não o contrário]

[CASE: Maven – a General Motors Company]

[CASE: Coca-Cola]

[CASE: Phillip Morris]

 

3º erro grave na Transformação de Negócio: Autoengano 2 – Iniciamos o post dizendo que a tecnologia era o único caminho de sobrevivência e crescimento das empresas.

Pois bem, eu estou de acordo, e que a tecnologia vai demandar novos perfis, eu também estou de acordo, vão surgir muitas novas profissões.

Então, para poder dormir mais tranquilo, alguns executivos dizem o óbvio, que as pessoas terão que se reinventar, simples assim.

Vamos lá, não sejamos hipócritas, a tecnologia vai destruir dezenas de vezes mais postos de trabalho dos que ela vai criar. Se não tratarmos este ponto com a devida diligência teremos um grande problema social.

Pensar que esse problema será culpa ou responsabilidade do governo é absurdo.

Se a empresa acha que não é sua obrigação pensar no ser-humano, na sociedade, então, ao menos que pense no cliente.

Se todas as empresas digitalizarem todos seus processos e por consequência disso despedem milhares de funcionários, isso me leva a uma pergunta simples.

Quem vai comprar o produto da empresa se a maioria dos clientes estão desempregados?

Existe uma solução para isto, Tecno-Humanizar a empresa.

 

4º erro grave na Transformação de Negócio: A pergunta anterior nos leva a outra pergunta. Então não devo usar tecnologia em minha empresa para não gerar um caos social?

Essa pergunta é mais fácil de responder, sim, deve usar tecnologia, é a única forma de manter a competitividade.

O ponto chave está em saber usar a tecnologia para criar abundância e não escassez.

A tecnologia deve ser usada para transformar a empresa em uma organização consciente.

Como resolver esta equação?

[POST: Passos post Transformação Digital]

 

5º erro grave na Transformação de Negócio:

“Essa juventude não quer saber de responsabilidades”

“Os jovens de hoje são imediatistas, entram hoje na empresa e amanhã querem ser o presidente”

“Não estão dispostos a pagar o preço para crescer…”

Quem já ouviu ou disse algumas destas frases ou similares?

São muito comuns e são geradas pelo conflito de gerações.

O aumento da esperança de vida, a diminuição de barreiras de criação de empresas (startups), o inconformismo e surgimento do espírito empreendedor cada vez mais cedo nos jovens, a tecnologia que viabiliza quase tudo, nos colocam em uma posição única na história, a convivência de várias gerações diferentes e em igualdade hierárquica no mercado de trabalho.

Isso é uma péssima notícia para pessoas da geração baby boom e X, que tiveram que esperar o seu momento de liderar, trilhar um calvário até chegar no topo e agora se encontram com milleniums que chegaram ontem à empresa e já estão disputando seus lugares.

Ter que conviver com muitas gerações é e será uma realidade, ao invés de confrontar, o mais inteligente seria entender as posturas e valores de cada um e buscar a colaboração.

[POST: Como entender o conflito de gerações na Transformação de negócios]

 

6º erro grave na Transformação de Negócio: Claramente as afirmações do inicio do 5º erro não são totalmente verdade, SEMPRE houveram conflitos entre gerações, porém não significa que a nova geração esteja errada, aliás, o certo e o errado em relação a determinadas coisas mudam de geração para geração.

Isso afeta diretamente a forma em que as empresas atraem e captam talento. Na geração baby boom ou X trazer ou reter talento na empresa era feito a base do talão de cheque ou do chicote. Hoje só é possível através de propósito.

[POST: Como transformar organizações e pessoas pelo PROPÓSITO]

 

7º erro grave na Transformação de Negócio: Muitas empresas ainda estão buscando a forma de vender mais, vender produtos e serviços. Os clientes já não compram produtos, compram experiências.

[POST: O empoderamento do cliente Transformando as empresas]

 

8º erro grave na Transformação de Negócio: Toda empresa quer inovar mais poucas tem a cultura do erro. Não é possível inovar sem errar, sem auto-confiança, sem cultura de equipe, sem criatividade, sem propósito e por último, sem talento…

[POST: Inovação Tecno-Humanizada]

 

9º erro grave na Transformação de Negócio: Até pouco tempo atrás a meta da empresa era ganhar quota de mercado e classificar o cliente pelo share of wallet mais agora o que as empresas devem buscar é o share of heart. Isso se consegue engajando o seu cliente ao seu propósito.

 

10º erro grave na Transformação de Negócio: Muitas empresas continuam atuando como se fosse possível separar os sentimentos da razão.

“Da porta para dentro somos profissionais e os sentimentos ficam do lado de fora da empresa”.

Frases como esta eram (e ainda são) comuns em algumas empresas.

Richard Thaler, prêmio Nobel de economia de 2017, demonstrou em um estudo de economia comportamental que as decisões econômicas não são puramente racionais, os sentimentos têm influencia, mesmo em decisões corporativas.

Portanto, é necessário trazer conceito como harmonia entre os 7 âmbito da vida, felicidade, etc., para o entorno corporativo.

[POST: Uma organização Tecno-Humanizada é altruísta e generosa]

Para evitar ou corrigir todos estes erros, sem dúvida, é necessário trata-los de forma integrada, sistêmica e com uma metodologia que aplique muita tecnologia para humanizar as organizações.

Se você está se perguntando se existe uma metodologia que abrange tudo isso a resposta é sim.

ATecno-Humanização das Organizações é um framework de ferramentas e metodologia para abordar de forma integrada a Technology, Business & Mindset Transformation porque é possível coexistir um mundo próspero e fraterno.

Imagens: BE&SK

Porque tudo começou…

PORQUE TUDO COMEÇOU…

A medida que eu ascendia profissional e socialmente, aumentava o orgulho sobre minha trajetória e o meu desejo de ajudar a outras pessoas a trilharem o mesmo caminho, mas eu não sabia como.

Mesmo tendo um bom trabalho, eu me sentia incompleto, não se tratava de ter um cargo melhor ou mais dinheiro.

Ao olhar ao meu redor, eu via cada vez mais desigualdade, pessoas reclamando o tempo todo, com e sem motivo, pessoas querendo levar vantagem, justificando seus comportamentos pouco éticos ao mesmo tempo que condenam os mesmos comportamentos nos outros.

Cansei e decidi fazer algo…

 

VENCER A HIPOCRISIA É MAIS DIFICIL QUE VENCER A INÉRCIA

Deixe-me fazer algumas perguntas:

Você está satisfeito com a sociedade em que vivemos?

Este é o mundo que você quer viver e deixar para os seus filhos?

Nós temos a OBRIGAÇÃO de deixar um mundo melhor que recebemos.

Nós estamos rodeados (mais não cercado) por pessoas que querem um bom sinal de celular mais não querem a antena ao lado de casa.

Por empresários que consideram que ao gerar emprego e pagar imposto já fazem o bastante. (sem dúvida é muito mais não é o suficiente)

Por executivos orientados (somente) a resultados, que fazem tudo que precisa ser feito para alcançar seus objetivos, utilizando como guia o planejamento estratégico e parâmetro ético a governança.

(governança é importante mais não garante ética nem consciência!!!)

Querem ver um exemplo?

Quantas empresas e diretores de compras, sofreram, reclamaram e criticaram a greve dos transportes?

O curioso é que possivelmente eles, em nenhum momento, se consideraram parte do problema.

Eles ganharam dinheiro batendo suas metas de redução de custos nos últimos anos, provavelmente, pressionando em excesso as empresas de logística e levando o caminhoneiro a uma situação limite.

 

QUANDO TUDO COMEÇOU…

Uma semana difícil e uma viagem de trabalho no domingo…

Eu acordei no sábado pensando:

“O que eu posso fazer para não ir?”

Cheguei a ficar pensando alguns minutos mais, obviamente, desisti, fui viajar, mais aquele foi o ponto de inflexão na minha vida.

Alguma coisa séria (e grave) estava acontecendo comigo…

Desde o aeroporto comecei a pensar o que eu poderia fazer para descobrir o meu propósito e viver dele.

A primeira parte foi mais fácil, o segundo demorou mais de 3 anos.

Naquele momento começava-se a falar da Transformação Digital e como eu venho do setor da tecnologia, comecei por aí.

Me fiz algumas perguntas, que com certeza já estiveram ou estão rondando a cabeça de muitos profissionais.

Como identificar e vencer os desafios da transformação digital?

A minha profissão ou minha carreira está em risco?

Como adequar os modelos de negócios em uma sociedade exponencial?

Como analisar o impacto da tecnologia na minha empresa e na minha vida?

Como competir com startups que tem estruturas e mentalidade diferentes?

Como competir com empresas que vem de fora do seu setor?

Como captar e reter talento?

Como lidar com uma geração que você não entende?

Todos as palestras e os modelos de transformação digital que eu vi me mostraram que o approach utilizado é:

“Usar a tecnologia para reduzir custo, otimizar processos, vender mais, inovar buscando fazer mais e melhor o que a empresa faz hoje”

Aparentemente nada de anormal…

Mais, e se eu disser que a tecnologia, além de responder as perguntas acima, pode transformar o mundo?

Que a sua empresa pode gerar abundância e não escassez!

Que é possível a coexistência de uma sociedade próspera e fraterna.

 

E tudo isso está em nossas mãos!

Para que o meu desejo de deixar uma sociedade melhor da que eu recebi não fosse simplesmente uma declaração de boas intenções vaziae não deixar as perguntas acima sem resposta…

…EU UNI TECNOLOGIA E PROPÓSITO, INOVAÇÃO E CONSCIÊNCIA, ALGORITMOS E PESSOAS PARA CRIAR O CONCEITO DA TECNO-HUMANIZAÇÃO.

A Tecno-Humanização aplica a tecnologia para transformar pessoas e empresas em profissionais e organizações rentáveis e conscientes.

Imagens: BE&SK

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL para Pequenas Empresas (PME)

A Transformação Digital é um dos movimentos mais democráticos que já existiu. Ela impacta (e impactará), positiva e/ou negativamente, toda e qualquer pessoa ou empresa, não importa a sua atividade, segmento, setor ou tipo de empresa.

Pequenas empresas estão tão ou mais expostas aos impactos da Transformação Digital, porém muitas delas, por desinformação, não dão a devida relevância ao tema, e por isso se expõem a riscos que poderiam ser facilmente evitados.

Neste post você verá que é possível, transformar o seu negócio sem grandes investimentos.

Por outro lado, temos as pequenas empresas que são conscientes da importância da Transformação Digital em seu negócio, como única forma de aumentar a competitividade, a rentabilidade e em alguns casos, a sobrevivência.

Independentemente em qual destes grupos você se enquadra, eu vou te mostrar uma visão diferente sobre a Transformação Digital para a pequena empresa (PME), que vai fazer toda a diferença em seu negócio. Você será capaz de competir com qualquer empresa e atingir os seus objetivos.

Dois pontos importantes sobre a Transformação Digital

O primeiro ponto que precisamos esclarecer é ampliar o conceito da Transformação Digital à Transformação Tecnológica.

O que isso significa?

A Transformação Digital só se refere ao uso de tecnologias digitais, porém existem tecnologias analógicas que vão impactar muitos setores, empresas e negócios, portanto devemos ampliar o espectro e considerar tecnologias digitais e analógicas, passando a considerar a Transformação Tecnológica.

O segundo ponto é extremamente crítico, trata-se de mudar o enfoque da “transformação” digital que as empresas conhecem.

Hoje, as empresas pensam na transformação tecnológica (ou digital) como a aplicação de tecnologias para reduzir custos, aumentar a produtividade, enfim, fazer mais e melhor o que a empresa já faz hoje. Aparentemente não há nada de errado nisso.

Porém, as empresas partem de uma premissa equivocada, consideram sua atividade fim, (core business) imutável, fazem seu planejamento estratégico (formal ou informal) e a partir destas informações, tentam fazer sua “transformação digital.”

Desta forma, as pequenas empresas utilizam tecnologia para fazer mais e melhor o que elas já fazem hoje, levar a atividade que realiza hoje fisicamente ao digital.

Isso não é transformação digital, é informatização, automação, otimização, enfim…qualquer outra coisa.

A pequena empresa precisa de outro enfoque, precisa aprender ver a quantidade de tecnologia que está a sua disposição (que são muitas), com baixo custo, analisar todas elas e ver como podem impactar seu negócio, positiva ou negativamente. A partir daí revisar ou até redefinir seu modelo negócio, seus produtos e serviços e utilizar a tecnologia para esta transformação.

Além do mais, este enfoque vai permitir que as pequenas empresas sejam capazes de se antecipar aos riscos e as oportunidades que vem de fora de seu setor, aplicando a metodologia de observatório trazido pela Tecno-Humanização. (para conhecer mais sobre a Tecno-Humanização baixe o e-book – INCLUIR LINK DA PÁGINA DO E-BOOK)

Caso a empresa não queira ou não possa dedicar recursos para fazer o observatório pode contratá-lo, por um valor extremamente baixo (consultar condições especiais para PME), recebendo um relatório mensal de todas as tecnologias que possam trazer riscos ou oportunidades ao seu negócio.

Se ainda não está convencido de como uma tecnologia pode impactar o seu negócio fazendo como que ele se multiplique e não que simplesmente desapareça, te convido para conhecer aqui (www.bensk.net), uma maneira de fazer sua empresa aproveitar todo o poder da transformação digital gastar uma fortuna.

Esta é a única forma que uma pequena empresa pode sobreviver e competir com as grandes empresas locais ou multinacionais.

Porém as grandes empresas, físicas ou digitais, não são os únicos competidores da pequena empresa.

A mesma Transformação Tecnológica que vai te ajudar a ser rentável e competitivo também gerará um novo tipo de competidor que pode te destruir, se não for tratado da forma correta.

Os novos competidores serão profissionais autônomos independentes que crescerão MUITO nos próximos anos devido aos desligamentos em massa que acontecerão nas grandes empresas em decorrência da Transformação digital, ou seja, a tecnologia vai substituir e eliminar muitas tarefas e postos de trabalho, principalmente as tarefas repetitivas e postos não criativos.

Muitas profissões vão desaparecer e algumas pessoas não serão capazes de se reinventar para voltar ao mercado de trabalho formal, e sua única saída para subsistência será o trabalho autônomo ou o micro empreendedorismo.

Neste cenário, milhares de pessoas deixarão de viver de um emprego e passarão a viver de seus talentos conectados em rede.

Se esta realidade for ignorada, pode ser o fim de milhares de pequenas empresas, indústrias, varejo de vizinhança ou comércios locais, porém, se a pequena empresa se transformar em um canal de distribuição para estes profissionais e entender que pode ser a parte aglutinadora deste novo ecossistema que se formará, a pequena empresa se consolidará.

A Transformação tecnológica traz um momento ímpar às pequenas empresas, a oportunidade de se consolidar ou o risco de desaparecer, não haverá meio termo.

A boa notícia é que a escolha está em suas mãos, mais para isso ela precisa entender o cenário, precisa de ajuda para analisar as opções e tomar uma decisão de que lado quer estar.

Para isso, você, pequeno empresário tem vários caminhos, fazer um curso online sobre a Transformação Digital para a pequena empresa (ainda em construção), comprar o livro sobre Technology, Business & Mindset Transformtion (Tecno-Humanziação) ou se quiser reduzir o tempo de aprendizado e sair na frente de seus concorrentes, fazer o workshop onde ensinamos todos os conceitos que vai permitir a sua empresa crescer de forma rentável e consciente neste novo cenário de transformação (clique aqui). Isto também te dará o direito de, posteriormente participar da comunidade da Tecno-Humanização onde profissionais e empresas de diferentes setores e segmentos compartilham informações, conhecimentos, experiências e isso pode ser a diferença entre o seu negócio ser próspero ou desaparecer.

Se ainda não está convencido e quer ter mais informação sobre o workshop, seu conteúdo, metodologia e benefícios, assista de forma gratuita uma mini-palestra onde eu vou esclarecer todas as suas dúvidas (mini-palestra gratuita).

Te vejo no próximo workshop sobre a Tecno-Humanização das Organizações onde abordaremos de forma integrada, com ferramentas e metodologias, a Transformação Tecnológica, de Negócios e de Mentalidade (Technology, Business & Mindset Transformation)!!!


Se inscreva no workshop

Imagens: BE&SK

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL para Profissionais Liberais e Autônomos

A Transformação Digital é um dos movimentos mais democráticos que já existiu, ela impacta (e impactará), positiva e/ou negativamente, a toda e qualquer pessoa da face da terra, não importa a sua atividade, área de atuação, profissão, momento profissional, idade, gênero, raça, posição social, etc.

Muitos profissionais liberais, que não sejam da área de tecnologia, se consideram analfabetos digitais ou “apenas” usuários por necessidade. O principal motivo disso é porque estão focados em seu negócio e isso é ótimo, porém não suficiente.  Alguns cometem um erro grave, principalmente no caso de profissões regulamentadas, consideram que sua atividade está imune à transformação digital.

Em sua visão, a imunidade interna, não permite a inovação tecnologia por se tratar de atividades que requer trato individual e humano ou a imunidade externa porque consideram que a tecnologia não pode “invadir” a profissão porque está protegida por leis, regulamentações, conselhos regionais ou sindicatos.

Deixa-me te dar uma notícia, NADA nem NINGUÉM está imune à Transformação Digital.

Pensar que uma profissão está protegida por leis ou conselhos regionais é de uma ingenuidade enorme.

Na imensa maioria dos casos, a tecnologia não trata de substituir uma atividade e sim complementa-la.

Por exemplo, a terapia online estava permitida desde 2012, porém com inúmeras restrições. Em junho deste ano o Conselho Regional de Psicologia liberou o atendimento online através da resolução 11/2018 que segundo Rosane Granzotto, conselheira do CFP, “nós regulamentamos uma coisa que acontece na prática”.

Agora vamos imaginar algo mais complexo, um psicólogo que, além de atender em seu consultório ou online também da treinamentos, palestras, e tem uma equipe grande em sua clínica, isso gera uma quantidade grande de interações com seus pacientes ou alunos.

Se todas as perguntas, dúvidas, consultas, etc., forem respondidas, consumiria uma quantidade enorme de tempo, e se não forem, geraria uma insatisfação muito grande no cliente dando uma imagem negativa.

O que fazer?

Fácil, criar um chatbot, com inteligência artificial, e que seja ela que responda 70-80-90% das perguntas.

Mais Inteligência artificial não é algo futurista, muito caro e somente para grandes empresas?

A resposta é não.

Depende o que quiser, mais com um investimento extremamente acessível, entre 5 e 15 mil reais, você tem um chatbot exclusivo e personalizado pra você, atendendo aos seus clientes 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano (sem cobrar hora extra). Neste caso, o maior investimento não seria financeiro e sim de tempo para que o profissional ensine e passe seus conhecimentos à IA.

Já que falamos em Inteligência Artificial (IA) podemos dizer que ela vai impactar varias profissões, como médico, psicólogo, advogado, enfim…

Sabendo utilizar a seu favor, pode ser uma enorme oportunidade, do contrário…

Há profissionais liberais ou autônomos que precisam se transformar para acompanhar o mercado, os que vão desaparecer e outras que vão surgir e não há nada que possamos fazer para evitar, somente entender e nos posicionar adequadamente.

Profissionais liberais ou autônomos que vão desaparecer pela TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Agora, vamos falar de profissões que correm mais perigo, em geral, os intermediários, tais como representantes comerciais, corretores de imóveis, etc..

As profissões intermediarias são as primeiras que irão desaparecer com a Transformação Digital, a tecnologia vai conectar a oferta à demanda diretamente.

No caso do corretor de imóveis, embora provavelmente aconteça, seria absurdo o CRECI tentar evitar que as transações imobiliárias ocorram diretamente entre o vendedor e o comprador através de ferramentas eletrônicas.

Já sei o que os corretores vão dizer, recentemente tive uma longa conversa com um que me dava os argumentos que eles agregam valor, evitam golpes, fraudes, erros, problemas, e fazem um trabalho de busca que o cliente não pode fazer por falta de tempo, etc..

Após ouvi-lo, fiquei mais convencido de que a profissão desaparecerá…

Mais enfim, não estou incentivando transações imobiliárias diretas nem desejando que as imobiliárias desapareçam, somente constatando uma realidade que acontecerá, querendo ou não, gostando ou não.

Profissionais liberais ou autônomos que vão surgir pela TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Novas profissões vão surgir, como por exemplo analista digital post mortem, que são pessoas que vão cuidar, tratar, apagar ou proteger sua imagem digital, tais como redes sociais, sistemas, aplicativos ou outras plataformas digitais, descadastrar, apagar usuários e senhas, e todas as funções necessárias para evitar que a identidade digital da pessoa seja usada indevidamente, inclusive com intuito delitivo, após a sua morte.

Com o aumento de esperança de vida, uma das maiores preocupações do ser humano é ter um fim de vida saudável e digno. Neste contexto tem surgido pessoas que são consultores de aposentadoria, que ajudam as pessoas a planejar: alimentação, atividade física regular, investimentos financeiros, preparação psicológica para a transição da vida corporativa à aposentadoria, hobbies, etc.

Profissionais liberais ou autônomos vão aumentar pela TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Seja pelo aumento de desemprego ou pela busca de maior qualidade de vida, flexibilidade e autonomia, os conselhos regionais têm notado um aumento de profissionais que estão deixando o mundo corporativo para atender de forma autônoma.

Sem ir muito longe, a semana passada, em um café com um grande amigo, dono de um grande e reconhecido escritório de engenharia especializado em cálculo estrutural, me pediu orientação para transformar seu negócio, porque está muito difícil competir com engenheiros, que usando tecnologia, trabalham de casa (home office) e de forma independente.

Obviamente, o segundo, por ter uma estrutura de custo quase inexistente pode ser mais agressivo em preços.

A responsabilidade civil sobre a obra é a mesma, portanto muitas vezes os clientes acabam escolhendo o profissional liberal.

As atividades repetitivas e não criativas de médicos, advogados, entre outros, serão substituídas por robôs e inteligência artificial. Isso já acontece e tenho vários exemplos.

Além dos profissionais liberais, outro grupo que corre perigo são os autônomos e temos vários exemplos recentes.

Os taxistas espernearam quando surgiram os Apps de e-hailing (Uber, Cabify, etc.), o governo, sem saber o que fazer porque não conseguia controlar esta atividade, a proibiu em alguns locais, mais é inútil.

Imaginem o sindicato dos fabricantes de vela protestando e pedindo ao governo que proibisse a Thomas Edison de lançar a lâmpada elétrica porque prejudicaria seu negócio.

Ou os vendedores de aguardente protestando porque agora os dentistas utilizam anestesia e já não se utilizam de seus produtos para embebedar os pacientes para minimizar a dor.

Não se trata de discutir se a tecnologia vai ou não impactar determinadas profissões, e menos ainda se deve ou não deve, se é certo ou errado, esta fase da discussão já passou, e se você era contra, sinto muito, você perdeu.

Agora você deve concentrar seus esforços em entender como a tecnologia vai impactar a sua profissão e saber se posicionar em relação a isso, para evitar ou mitigar os riscos ou aproveitar as oportunidades (que são muitas).

Para isso, você tem vários caminhos, fazer um curso online sobre a Transformação Digital para Profissionais liberais, conhecer uma metodologia que te permite analisar o impacto da tecnologia (MAIT) em sua vida, sua profissão, seu setor, sua empresa, comprando o livro sobre Technology, Business & Mindset Transformtion (Tecno-Humanização) ou se aprofundar um pouco mais fazendo o workshop (clique aqui).

Se ainda não está convencido e quer ter mais informação sobre o workshop, seu conteúdo, metodologia e benefícios, assista de forma gratuita uma mini-palestra onde eu vou esclarecer todas as suas dúvidas (mini-palestra gratuita).

Te vejo no próximo workshop sobre a Tecno-Humanização das Organizações onde abordaremos de forma integrada, com ferramentas e metodologias, a Transformação Tecnológica, de Negócios e de Mentalidade (Technology, Business & Mindset Transformation)!!!

Imagens: Pixabay

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL para Usuários e Analfabetos digitais

A Transformação Digital é um dos movimentos mais democráticos que já existiu, ela impacta (e impactará), positiva e/ou negativamente, a toda e qualquer pessoa, não importa a sua atividade, área de atuação, profissão, momento profissional, idade, gênero, raça, posição social, etc.

Podemos dividir as pessoas em dois grupos, as pessoas que tem conhecimento de tecnologia, seja profissional, por afinidade ou hobby e os que se consideram analfabetos digitais ou simplesmente usuários.

Este post é para o segundo grupo: Analfabetos digitais e usuários.

(é importante dizer que o analfabetismo digital não tem nada a ver com grau de escolaridade ou cultural)

Embora o grupo de analfabetos digitais tenha diminuído, ainda representam uma grande parte da população e mantém muitos mitos sobre a Transformação Digital que precisamos eliminar de suas vidas urgentemente.

Cada vez mais as pessoas vão tomando ciência de que a Transformação Digital faz parte de seu dia a dia, muitos que se autoproclamam analfabetos digitais estão lendo este post em seus smartphones…

Porém, independentemente se você pertence de fato ou não a este grupo, é importante que leia este post até o final porque ele pode mudar a sua vida.

Para empresas e profissionais da área de tecnologia a Transformação Digital significa aplicar tecnologias digitais para aumentar a produtividade, reduzir custo, aumentar o alcance geográfico da empresa e em definitiva, aumentar a competitividade.

Se você não é uma empresa ou profissional de tecnologia, mesmo sem tem nada a ver com este setor, você não escapará da Transformação Digital, inevitavelmente você será impactado por ela.

Os produtos que você consome, os serviços que você utiliza, a forma que você trabalha, se veste, se alimenta, se locomove, se comunica e se diverte.

Não há nada que você esteja utilizando ou consumindo neste momento que não tenha, direta ou indiretamente, tecnologia.

Antes de mais nada, devemos esclarecer dois pontos.

O primeiro é não considerar somente tecnologias digitais, mais também as analógicas e falar de um conceito mais amplo, a Transformação Tecnológica.

O segundo é não olhar a tecnologia pela tecnologia em si e sim pelo seu impacto.

Ambos enfoques fazem parte do conceito da Tecno-Humanização, se quiser conhecer, baixe o e-book sobre o conceito da Tecno-Humanização aqui.

As empresas precisam de tecnologia para desenvolver novos produtos e serviços, produzi-los e entrega-los, mas isso inevitavelmente impacta as pessoas porque são elas que vão consumir, direta ou indiretamente estes produtos e serviços, portanto são o outro lado da transformação digital.

Para ficar mais fácil de entender como utilizar o enfoque no impacto e não na tecnologia em si, vamos dar dois exemplos.

  • Tecidos inteligentes, que através do suor, podem identificar deficiências vitamínicas e algumas doenças (e isso pode salvar a sua vida). Roupas esportivas que controlam suas constantes vitais (batimento cardíaco, respiração, oxigenação, temperatura, etc.), algumas controlam e corrigem posturas como é o caso da Nadi X, ou tênis que medem esforço, equilíbrio, cargas, e fazem recomendações para seu treino, como o Under Armour Gemini ou o novo modelo da Samsung.

Eu poderia mostrar milhares de novas tecnologias já disponíveis, algumas delas muito atrativas como o uso de realidade aumentada e realidade virtual como apoio a vendas no varejo, ou algumas tecnologias que estão em desenvolvimento, como lentes de contato que gravam absolutamente tudo o que vemos, mais o objetivo do post não é falar sobre tecnologia e sim mostrar que ela está presente em nosso dia a dia, portanto é importante entender como isso impacta a nossa vida.

Às vezes, vendo algumas tecnologias, mesmo fazendo parte da indústria há mais de 30 anos fico fascinado. Isso me faz imaginar que deve ter sido exatamente assim como os portugueses encantavam (e enganavam) os índios no Brasil com espelhos e bugigangas à sua chegada ao Brasil.

Portanto não podemos cair na mesma cilada, algumas tecnologias são supérfluas, inúteis e sem sentido, outras melhoram nossa qualidade de vida ou até as salvam, portanto devemos ter senso crítico ao consumi-las.

Mais voltando aos nossos exemplos, no caso das roupas inteligentes, se você trabalha no setor têxtil, deve saber que este tipo de roupa vai impactar à indústria, é muito diferente fabricar roupa “comum” que roupa inteligente, muda os tecidos, muda a armazenagem, manipulação, máquinas, mãos de obra, equipamentos, etc., etc.

No varejo, será necessário treinamento específico para os vendedores e necessidade de WIFI nas lojas, caso o cliente queira baixar e testar o App que interage com a roupa.

Este tipo de roupa pode impactar o mercado de academias e as profissões de professores de educação física, personal trainners, etc.

Da mesma forma que os fones de tradução simultânea podem abrir um universo muito rico de conhecimento, acesso a qualquer pessoa a cursos que estão disponíveis, de forma gratuita, em universidades online (http://mooc.org), desde pequenas faculdades às melhores universidades do mundo como Harvard, Stanford ou MIT.

O idioma deixaria de ser uma barreira, por outro lado, tem outros impactos não tão positivos que devemos analisar, como por exemplo, os curso e professores de idiomas poderiam desaparecer, ou reduzir-se MUITO.

Neste caso específico, existem ainda efeitos colaterais mais importantes, há estudos que demonstram que aprender outro idioma, de forma natural, aumenta conexões neurais (sinapses), melhora a memória e a capacidade cognitiva, além de aumentar a autoconfiança e a capacidade de concentração. Tudo isso deixaria de existir…

Eu te lanço um desafio, qualquer que seja a sua área de atuação, caso você ainda não esteja convencido que a tecnologia vai impactar a sua profissão ou a sua vida, me manda uma mensagem e eu te demonstro o contrário.

A transformação tecnológica vai impactar a todos e não somente a empresas ou profissionais de tecnologia.

Para evitar surpresas negativas ou deixar escapar oportunidades, você tem vários caminhos, fazer um curso online sobre a Transformação Digital para Usuários e Analfabetos digitais, conhecer a metodologia que te permite analisar o impacto da tecnologia (MAIT) em sua vida, em sua profissão, em seu setor, em sua empresa, ou se aprofundar no conceito da Tecno-Humanização fazendo o workshop (clique aqui). Isto também te dará o direito de, posteriormente participar da comunidade da Tecno-Humanização onde profissionais e empresas de diferentes setores e segmentos compartilham informações, conhecimentos, experiências e isso pode ser a diferença entre o seu negócio ser próspero ou desaparecer.

Se ainda não está convencido e quer ter mais informação sobre o workshop, seu conteúdo, metodologia e benefícios, assista de forma gratuita uma mini-palestra onde eu vou esclarecer todas as suas dúvidas (mini-palestra gratuita).

Te vejo no próximo workshop sobre a Tecno-Humanização das Organizações onde abordaremos de forma integrada, com ferramentas e metodologias, a Transformação Tecnológica, de Negócios e de Mentalidade (Technology, Business & Mindset Transformation)!!!

Imagens:  BE&SK


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TRANSFORMAÇÃO DIGITAL para profissionais em Transição de Carreira

A Transformação Digital está mudando os empregos e o jeito de trabalhar e, isso afeta para o bem ou para o mau, aqueles profissionais que estão em transição de carreira.

Tudo e todos serão impactados de forma direta ou indireta pela Transformação Digital, não importa a sua atividade, área de atuação, profissão, momento profissional, idade, gênero, raça, posição social, etc.

(Se você, neste momento, está em fase de transição de carreira ou em busca de recolocação, provavelmente isso seja reflexo da Transformação Digital ou da transformação de negócio derivada dela.

A Transformação Digital desencadeia uma transformação de negócios, novos produtos, serviços, modelos de negócios, seja na empresa tradicional como em startups.

Para entender melhor este processo baixe o e-book sobre a Tecno-Humanização das Organizações clicando aqui.

A maioria das pessoas nesta situação continuam utilizando o seu Curriculum como sua maior ferramenta, achando que o seu maior ativo é sua sua experiência.

Não quero dizer com isso que a experiência profissional não tenha nenhum valor, claro que tem, porém, no passado o CV e a experiência eram suficiente, hoje ela é somente parte do que um profissional deve ter para conseguir voltar ao mercado (ou empreender).

O Currículo é uma foto fixa do seu passado, mostra onde você já trabalhou e o que você já fez, porém estas informações são uma pequena parte do que as empresas querem saber, elas estão menos interessadas no que você já fez e mais interessadas no que você pode fazer daqui pra frente.

Aí vem a parte mais triste desta história, a sua experiência tem menos valor hoje.
Por favor, não diga nunca que, “eu já vi este filme” e sei como resolver porque NINGUÉM VIU, estamos vivendo um momento de transformação único na história.

Replicar modelos do passado pode ser perigoso e tem alta probabilidade de não dar certo.
O que nos trouxe até aqui não é o que vai nos levar de aqui em adiante.

Portanto, é fundamental buscar ter uma nova visão, saber como pensam e atuam as novas gerações, entender como funciona uma sociedade exponencial, conhecer novas tecnologias (independe do setor que você atua), aprender a analisar o impacto da tecnologia (MAIT), abrir a cabeça para novos modelos de negócio, aprender a aprender e uma longa lista de tarefas que não existiam ou não eram necessárias antes…

Esta atualização é fundamental porque provavelmente o mercado agora é muito diferente a quando você ocupou a sua última posição corporativa. Quando você entrou na empresa o mundo aqui fora era de uma determinada maneira e agora é, com toda a certeza, é muito diferente.

Talvez agora você esteja pensando que adoraria se atualizar, conhecer novos conceitos, e seja consciente da necessidade imperiosa de entender este momento de transformação para se posicionar corretamente, mas talvez esbarre em um ponto crítico, o quanto precisaria investir para não ser engolido ou engolida pela onda de transformação digital.

A verdade é que tenha ou não recursos, o importante é querer aprender e se atualizar. A BE&SK acredita no poder da economia compartilhada, no impacto social de nossas ações e por isso criamos algumas vagas especiais em nosso workshop.

Estas vagas são disponibilizadas para pessoas que querem se atualizar mas estão em um momento financeiro desafiador. Você pode se candidatar a uma colaborativa e faremos o possível para te ajudar.

E como funciona a vaga colaborativa?
Você se inscreve, e se for selecionado, poderá fazer o workshop sem custo neste momento. A sua vaga será paga por alguém que utilizou uma vaga colaborativa no passado e está dando a sua contribuição ao programa.
Repito, você não paga nada agora, o único que deve fazer é se comprometer comigo de, no próximo workshop ou assim que conseguir uma recolocação, pagar uma vaga que será utilizada por alguém na mesma situação em que você se encontra agora.
Desta forma, estaremos criando uma corrente do bem para ajudar as pessoas.

Você acha estranho? Quando você conhecer o conceito da Tecno-Humanização das Organizações vai entender que é o mínimo que posso fazer e que isso faz parte do nosso propósito.

Caso tenha interesse em fazer o workshop utilizando uma vaga colaborativa, entre em contato conosco.

Imagens: Pixabay

Sobre A Tecno-Humanização das Organizações

O conceito da Tecno-Humanização é um framework de ferramentas e metodologias desenvolvidas para abordar de forma integrada a Transformação Tecnológica (Digital e Analógica), de Negócios e de Mentalidade que vivemos e vamos viver nos próximos anos. A Tecno-Humanização aplica inovação e tecnologia para transformar pessoas e empresas em profissionais e organizações conscientes e rentáveis.



Baixe o Ebook Gratuito

Para entender o processo de Transformação Tecnológica, que é muito mais amplo que a Transformação Digital (ver post Technology vs. Digital Tranformation em nosso blog), Transformação de Negócio com modelos disruptivos e a Transformação de Mentalidade (Mindset) é necessário entender como funciona o Ciclo de Transformação que foi sistematizado no conceito da Tecno-Humanização.

Tudo começa e termina no ser humano, a tecnologia é o principal meio de desenvolvimento da sociedade, mais ela é somente isso, um meio.


Baixe o Ebook Gratuito

Como, inevitavelmente, a Transformação Tecnológica leva à empresa a uma Transformação de Negócios.

A Tecno-Humanização se baseia em conceitos de Capitalismo Consciente, sistema de gestão de Triple Bottom Line e seu modelo de Transformação de Negócios utiliza 12 direcionados, divididos em 3 níveis: CULTURAL, ORGANIZACIONAL e OPERACIONAL.

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